Finalizando nossa série de posts sobre o MWC 2018 (Mobile World Congress), chegamos a dois temas muito importantes para o futuro da tecnologia e da internet. O primeiro é a Inteligência Artificial, e como ela vai transformar o nosso mundo nos próximos anos; o segundo é como todas as revoluções tecnológicas chegam à importância da Segurança Digital.

Durante o evento, observamos diversos fabricantes apresentarem aplicações AI que não só identificavam objetos em cenas captadas pelo celular, mas faziam modificações ou acrescentavam objetos. Algumas eram capazes de alterar o volume do toque de celular, conforme o barulho do entorno, e até de gerenciar a recarga do celular para fazer a bateria durar mais tempo. Esses são alguns dos recursos que observamos e são os mais novos consensos no mundo da indústria móvel, a julgar pelos lançamentos de smartphones durante o MWC.

Partindo para outro tema da AI chegamos à discussão de como essa tecnologia vai mudar nossa forma de trabalho. De fato, há um grande temor de que os robôs “roubem” os trabalhos dos humanos no futuro, causando aumento de desemprego em escala global. Para um dos executivos da IBM, Bob Lorder, haverá mais ofertas de trabalho do que extinção de empregos com a nova tecnologia. Mas ele reconhece que algumas profissões podem ser prejudicadas, embora não tenha citado quais.

De tudo o que escrevemos até aqui sobre o MWC 2018, tiramos a uma conclusão: nunca se falou tanto em Segurança Digital. O assunto foi pauta de diversas palestras, discussões, exposições, lançamentos e novidades de grandes fabricantes. Afinal, assim que as tecnologias avançam, os perigos também. Então é preciso se proteger!

Como falamos no post sobre a IoT (Internet das Coisas) a projeção é que, até 2020, existam 20,4 bilhões de equipamentos conectados. Imagine uma residência repleta de equipamentos inteligentes conectados entre si, entre os aplicativos de diversas marcas proporcionando uma casa realmente funcional.

E estes aparelhos necessitam de uma rede para conexões, que armazenam dados como localização, número de cômodos, imagens internas e externas, entre outros detalhes sobre o usuário. Chegamos, portanto, à questão da segurança de ambientes altamente conectados.

No caso de dispositivos que ouvem comandos, o risco está nos detalhes sobre o estilo de vida do usuário. Por eles, é possível saber que horas dorme, acorda, liga ou desliga luzes, quantos cômodos da casa são utilizados, perfil dos residentes e até informações de áudio, já que tudo fica gravado pelo microfone do dispositivo conectado. E todas essas informações podem ser altamente perigosas caso caiam nas mãos de cibercriminosos. Assim, qualquer pessoa que conseguir hackear o aparelho, poderá ter acesso a essas informações ou mesmo controlar as funções.

Portanto, a discussão do momento quando o assunto é segurança digital, é sobre as consequências de ter dados tão sensíveis disponíveis e os primeiros passos para a sua proteção.

A tendência é que a indústria ou os governos regulamentem essas questões, criando leis de privacidade e uso de dados cada vez mais rígidos, limitando, assim, a ação de cibercriminosos. Mas, ainda que isso aconteça, é importante ter consciência que informações online, ainda que protegidas por políticas de privacidade, podem ser interceptadas.

Finalizando nossa visita ao MWC 2018, vimos cada vez mais a importância de poderosos aplicativos de segurança digital, como o HERO. Ele é um escudo para tudo o que você faz no mundo virtual, evitando invasões e ciberataques de pessoas maliciosas. Experimente o HERO e prepare-se para o futuro do mundo virtual!

DEIXE UMA RESPOSTA

Insira seu comentário
Coloque seu nome aqui