Quem tem crianças em casa ou acompanha pais nas redes sociais deve ter visto que o assunto dos últimos dias é a Momo. A personagem foi inspirada na escultura Mother Bird, do artista japonês Keisuke Aizawa e faz uma alusão a um fantasma do folclore do Japão, chamado Ubume.

A boneca já aterroriza as crianças há cerca de 1 ano e surgiu como um “sucessor” do Baleia Azul (grupos de redes sociais que instigavam as crianças a realizarem diversos desafios, sendo o último deles cometer suicídio).

A Momo surgiu no WhatsApp com o compartilhamento de conteúdos chocantes – como imagens de pessoas esquartejadas – e fazendo ameaças, dizendo que sabe tudo sobre os familiares das crianças, sobre a localização deles e dizendo que, se essas conversas forem passadas a outras pessoas, consequências mais sérias podem acontecer.

Como as crianças têm acesso a Momo?

Uma investigação realizada por veículos de comunicação da Rússia mostrou que no início, há cerca de 1 ano, o número de celular da Momo foi distribuído em grupos do Facebook e outras redes sociais. O perfil da personagem entraria na lista de contato dos usuários por meio de um vírus, mas esta informação não chegou a ser confirmada por autoridades.

Inicialmente, existiam três números ligados à personagem: o primeiro, que surgiu no Japão, um mexicano e outro colombiano; mas claro que com a disseminação do assunto outros números devem (e podem) ter aparecido.

Momo no YouTube

Recentemente, o caso Momo voltou à tona. Muitas mães compartilharam nas redes sociais que vídeos infantis no YouTube Kids estão sendo interrompidos com imagens da personagem e mensagens que ensinam como se matar cortando os pulsos e como usar objetos cortantes para atacar e machucar familiares.

No Twitter, o YouTube se pronunciou sobre o assunto. “Sobre o desafio Momo: não encontramos nenhum vídeo que promova um desafio Momo no #YouTubeKids. Qualquer conteúdo que promova atos nocivos ou perigos é proibido no YouTube. Se encontrar algo parecido, denuncie”, disse o texto.

Por outro lado, há cerca de 1 mês, o assunto ganhou força no Reino Unido, quando escolas e até a polícia decidiram investigar se as crianças tinham mesmo contato com a personagem, mesmo com as negativas do YouTube. Para surpresa, as crianças confirmaram que há meses não só tiveram contato com a Momo, como também tiveram seu comportamento alterado: sentiam medo de ir ao banheiro sozinhas e tinham dificuldade para dormir.

Fato é que todo esse caso gera um alerta para os pais: se durante um passeio em local público você não permite que seus filhos fiquem longe, o mesmo serve para o YouTube. Você deve estar perto enquanto as crianças acessam os vídeos da rede social.

10 dicas para proteger as crianças de ameaças da internet

Vale lembrar que a Moma não é considerada uma ameaça cibernética, no sentido de invadir e infectar aparelhos, ou de roubar informações, como vírus e outros tipos de crimes virtuais, mas algumas dicas podem ajudar os pais a protegerem a crianças de casos como a Momo.

  1. Converse sobre o o uso consciente e os riscos da internet.
  2. Entrem em acordo sobre o uso de sites, jogos e apps.
  3. Estabeleça regras sobre o que pode ou não ser acessado.
  4. Tenha certeza de que a criança entendeu o motivo para não adicionar desconhecidos.
  5. Atenção às mudanças de comportamento.
  6. Fique alerta se a criança apagar as redes sociais: pode ser um sinal de medo.
  7. Tenha consciência do que as crianças fazem online.
  8. Se mostre aberto ao dialogo em caso de desconforto ou desconfiança da criança.
  9. Mantenha um bom relacionamento com a escola e professores.
  10. Instale um Controle Parental nos aparelhos usados para navegar na internet.

Experimente o Família by HERO

O HERO tem uma solução que ajuda os pais a cuidarem dos filhos na internet, o Família by HERO. O aplicativo permite a criação de perfis individuais para cada criança, de acordo com a idade, assim, você define o que cada uma pode acessar, quais conteúdos são impróprios e ainda monitora o tempo que elas passam conectadas.

Tudo isso pode ser acompanhado e gerenciado por meio de relatórios, que mostram todas as atividades online e ainda o envio de alertas de qualquer ação ou atitude suspeita.

O Família by HERO ajuda os pais a cuidarem de tudo que os filhos fazem na internet, mas não substitui a educação dos pais, uma boa conversa e o monitoramento pessoal.

Fábio Koiti, gerente de produtos e especialista em segurança digital da FS, explicou que a vantagem de um aplicativo de controle parental é o monitoramento de aplicativos e do tempo de uso do aparelho das crianças. “Os pais podem perceber se os filhos estão usando a internet em horários inapropriados ou exagerando no tempo”, disse ele.

Koiti também destacou que esse tipo de solução ajuda com relatórios de informações sobre o uso, servindo de alerta para aproximar pais e filhos para falar sobre o uso consciente da internet. “O benefício é a abertura do diálogo e a educação digital. Mais do que barrar o mal que vem de fora, o ideal é aproximar mais os filhos para conversar sobre o uso da internet”, concluiu.

Baixe o Família by HERO e experimente as vantagens de uma navegação tranquila para sua família.

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